18/11/2016 10:29  •  Atualizada em 20/11/2016 10:03

Jorge Batata: um coração nem tão ruim assim

O defensor chegou a Goiás em 1987 após conquistar o 3º lugar no Brasileirão com a camisa do Brasil de Pelotas


Vinicius Tondolo/Futebol de Goyaz

Neste domingo, 20, a partir de meio dia, na Rádio 730, a edição 129 do Futebol de Goyaz e suas histórias vai destacar a trajetória e as memórias do ex-lateral e zagueiro Jorge Batata. O jogador vestiu a camisa dos quatro times da capital, conquistou cinco títulos estaduais, vice da Copa do Brasil e sempre foi reconhecido por lances e atitudes de virilidade e firmeza dentro e fora de campo.

E estas histórias são várias com a camisa do Goiás, Vila Nova, Atlético, Goiânia, Rioverdense, Jataiense, Anapolina, Real de Itumbiara, entre outros. Mas nem só da imagem de bruto se fala de Jorge Batata. Há um apelido carinhoso que recebeu de um treinador que até hoje gera muitas brincadeiras entre os amigos e ex-companheiros da bola.



Ao longo de sua vida, Jorge Batata foi obrigado desde pequeno a trabalhar para ajudar no sustento da família na cidade gaúcha de Alegrete. Ainda na infância seguiu para Uruguaiana para trabalhar na Aduana na fronteira do Brasil com a Argentina.

A primeira oportunidade no futebol surgiu quando ainda estava no quartel, trabalhando na área de oficinas dos caminhões, quando participou de um amistoso entre os militares contra o time do São Borja, equipe que daria a sua primeira oportunidade como profissional.

São mais de 52 mil resultados cadastrados, mais de 5 mil jogadores catalogados e mais de 4 100 fichas completas. No site também estão todas as edições do programa Futebol de Goyaz e suas histórias.

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Em 1985, A Caixa Econômica Federal ofereceu o prêmio de Cr$ 400 mil para o jogador que fizesse mais gols no segundo semestre. O atacante Bill do Atlético marcou 24 gols, ganhou o dinheiro e, por isso, recebeu o status de "artilheiro do Brasil".